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Como calibrar a bússola cosmoética pessoal?

Você já ouviu falar do conceito de bússola cosmoética?

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Pelos estudos da Conscienciologia, entendemos que cada indivíduo possui um indicador, uma espécie de ponteiro interno que determina a qualidade das decisões e dos pensenes (pensamentos + sentimentos + energias) pessoais.

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Este ponteiro íntimo nos acompanha em qualquer dimensão existencial na qual nos manifestamos, seja na condição de conscin (consciência intrafísica), conscin projetada ou consciex (consciência extrafísica).

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Quando o ponteiro da consciência está sadiamente funcional fornece a orientação necessária para as manifestações pensênicas na direção da Cosmoética. Neste caso, pode-se dizer que a pessoa está com a Bússola Cosmoética calibrada.

 

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O valor da intenção cosmoética

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Uma forma prática de avaliar se a direção ou a calibragem do ponteiro consciencial está apontado para o norte evolutivo é identificar a intencionalidade pessoal, pois como a intenção representa aquilo que se pretende fazer, o propósito ou o plano pessoal, ela é determinante para a qualidade, cosmoética ou não, dos atos e condutas pessoais.

 

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Patologias da intencionalidade: amoralidade e imoralidade

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As patologias da intencionalidade que mantêm descalibrada a bússola interna da consciência se fundamentam em duas categorias de manifestações anticosmoéticas: a amoralidade e a imoralidade.

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A conscin amoral é aquela que não possui o senso de moral, por isso não assenta as próprias ações e a autopensenidade em quaisquer princípios morais ou mesmo noções de moralidade, em geral, fundamentando-se apenas no egoísmo, interesses momentâneos e necessidades pessoais, sem tecer maiores considerações dos impactos que isso possa ter sobre os outros.

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Por não possuir princípios cosmoéticos próprios, não sente qualquer tipo de constrangimento, vergonha ou autoculpa advindos na avaliação dos próprios atos e atitudes anticosmoéticas e prejudiciais a terceiros.

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Há aquela conscin amoral devido à ignorância quanto aos princípios morais, possuindo atenuante para sua condição de falta de cognição, entretanto, há também aquela outra conhecedora de tal realidade, porém que simplesmente a desconsidera totalmente, como é o caso das personalidades psicopáticas. No primeiro caso, o ponteiro da bússola consciencial está descalibrado predominantemente pela falta de autocognição, já no segundo, pela intencionalidade conscientemente assediadora.

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A patologia da imoralidade, por sua vez, é uma condição diferente da amoralidade, pois a conscin considerada imoral já possui algum senso de moralidade, e é justamente devido a esse discernimento moral esboçante que, por vezes, se constrange e se envergonha dos autocomportamentos reconhecidos como antiéticos ou anticosmoéticos.

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No caso da conscin imoral, a bússola consciencial está descalibrada em relação ao norte da cosmoética em função da persistente opção pela corrupção dos próprios valores e princípios morais. 

 

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Quem desconhece o paradigma consciencial pode ser cosmoético?

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A própria vivência da ética humana já exige da conscin interessada a autorreflexão sobre a moral social para a qualificação das condutas pessoais. Seria possível vivenciar conscientemente e refletir sobre a Moral Cósmica sem a cognição dos fundamentos do Paradigma Consciencial?

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Mesmo a conscin verdadeiramente bem-intencionada e assistencial, quando desconhecedora dos efeitos abrangentes da própria pensenidade sobre ambientes e consciências viventes nas múltiplas dimensões existenciais terá uma limitação da sua atuação cosmoética.

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Mesmo sendo capaz de manter um padrão de manifestação mais homeostático devido à boa intenção, ainda faltará maior discernimento, por exemplo, para expandir lucidamente o nível de autocosmoética que já possui.

 

Entretanto, não se pode deixar de considerar o fato de existirem personalidades humanas de exceção, as quais mesmo sem o conhecimento formal do Paradigma Consciencial, parecem ter uma sabedoria cosmoética inata, explícita em suas atitudes e decisões, demonstrando na prática a bússola consciencial apontada para o norte evolutivo. Quem seriam tais conscins? Teriam adquirido tal discernimento cosmoético em vivências extrafísicas em comunexes evoluídas antes de ressomarem?

 

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Como avaliar a autointencionalidade para calibrar a bússola consciencial?

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A autoconscientização ou diagnóstico da qualidade da intenção pessoal é uma forma efetiva para se começar a calibrar a bússola consciencial. Para isso pode-se aplicar a técnica checagem da autointencionalidade pelo triplo questionamento: Por quê? Para quê? Para quem?

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Esta técnica deve ser aplicada aos pensenes, ações e comportamentos cotidianos e irá revelar a cada experimento, facetas do nível de corrupção ou cosmoética nas manifestações pessoais.

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Em outras palavras, o autoquestionamento moral quanto a autointencionalidade implícito nestas três perguntas é uma forma eficiente de refletir sobre a própria cosmoética na prática. Além disso além de fazer o autodiagnóstico da intenção, a técnica já coloca a conscin no autenfrentamento da própria realidade evolutiva perante a Cosmoeticologia.

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Autor: Maximiliano Haymann, consciencioterapeuta e voluntário da Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC).

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Saiba mais sobre o assunto:

Palestra Gratuita: Calibração da Bússola Cosmoética Pessoal

As atividades da OIC não substituem nem eliminam possíveis necessidades médicas ou psicológicas que se apresentem. Recomendamos, sempre que se mostre necessário, a procura de profissionais devidamente credenciados nas áreas de saúde pelos órgãos oficiais, aptos aos atendimentos específicos, não indicando nominativamente qualquer especialista.

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